domingo, 21 de agosto de 2011

Turismo em São Paulo tem o melhor primeiro semestre da história


Nesta terça-feira, a SPTuris (São Paulo Turismo) promoveu, em parceria com o Secovi-SP (Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo) e o SPCVB (São Paulo Convention & Visitors Bureau), o evento Panorama da Hotelaria Paulistana - Balanço do 1º Semestre de 2011 e Perspectivas para 2012, no Palácio das Convenções do Anhembi. Durante o encontro foram divulgados estudos do Observatório do Turismo, núcleo de pesquisas da SPTuris, que apontam para o bom momento do setor.

A ocupação dos hotéis paulistanos no primeiro semestre deste ano foi, em média, de 69,3%, um aumento de 4,61% em relação ao mesmo período de 2010 e o maior índice do período nos últimos seis anos. Em comparação com o ano de 2005, o crescimento foi de 26%. Somente no mês de junho deste ano, a taxa de ocupação foi de 74,97%.

Apesar da alta do real frente ao dólar, a grande procura continuou em São Paulo e possibilitou a evolução do valor da diária, indicando que os hotéis paulistanos têm conseguido uma gradual recuperação tarifária, além de ajustes de acordo com a inflação. Nos primeiros meses deste ano, o preço médio da diária foi de R$ 232,06, frente aos R$ 201,16 do ano passado, um aumento de 15,36%.

A arrecadação de Imposto Sobre Serviços (ISS) do primeiro semestre com a atividade turística também comprova o bom momento do setor na capital paulista. Os valores chegaram a R$ 94,8 milhões, 24,24% a mais do que no mesmo período do ano anterior. Em junho, a arrecadação foi de R$ 17,9 milhões, um mês recorde.

Os números apontam que em 2011 o turismo em São Paulo vem alcançando sucesso ainda maior que o já obtido em 2010, quando São Paulo recebeu 11,7 milhões de visitantes, que movimentaram cerca de R$ 9,7 bilhões, números inéditos.

Além dos indicadores do turismo, durante o encontro foram discutidos projetos futuros para o setor, como o surgimento de novos empreendimentos hoteleiros e a descentralização turística da cidade. Estiveram presentes no evento o presidente da SPTuris, Caio Luiz de Carvalho, o vice,  Tasso Gadzanis, o supervisor da Coordenadoria de Desenvolvimento Econômico, Carlos Alberto Accunzo, o presidente da Comissão de Turismo da Câmara, Gilson Barreto, e o secretário de Desenvolvimento do Município, Orlando Almeida, o presidente do Conselho do Fórum do Operadores Hoteleiros do Brasil (Fohb), Rafael Guaspari, o diretor superintendente do SPCVB, Toni Sando, entre outras autoridades e representantes do setor.

Para o presidente da SPTuris, Caio Luiz de Carvalho, a boa fase do setor reflete o momento econômico da cidade. "O cenário é propício para o desenvolvimento hoteleiro e para a atração de turistas. Soma-se a isso, o forte trabalho de promoção não só como destino de negócios, mas como destino de entretenimento e lazer, e o resultado são os 12 milhões de turistas que vêm a São Paulo atrás de uma cidade repleta de talentos criativos que propicia uma experiência única aos visitantes”, afirmou.

Confira a evolução dos índices do turismo de São Paulo no primeiro semestre de cada ano:


Perfil dos Hóspedes em Meios de Hospedagem Paulistanos

Para ajudar a entender melhor os milhões de turistas que desembarcam em São Paulo, o Observatório do Turismo lançou o Perfil dos Hóspedes em Meios de Hospedagem Paulistanos. A publicação é o resultado de pesquisas aplicadas no primeiro semestre de 2011 e identifica diversas características dos turistas que se hospedam em hotéis e hostels na cidade de São Paulo, sua procedência, suas motivações de viagem, seus gastos médios e sua permanência na cidade. 

Confira algumas informações presentes no estudo:

Hotéis - São Paulo possui 410 hotéis.
- Ocupação média (1º sem/2011): 69,3%
- Diária media (1º sem/2011): R$ 232
- Permanência média dos turistas de 3,1 noites e gasto médio neste período de R$ 1.263.
- 65,3% dos hóspedes são homens.
- 13,6% são estrangeiros, oriundos principalmente dos seguintes países: Estados Unidos, Argentina, Espanha e Japão.
- Negócios é o motivo predominante, seguido por Eventos. Os dois juntos somam 71,2%.
- A motivação dos turistas por Lazer (12,5%) aumentou 39% comparada ao ano de 2009.
- Compras, Entretenimento e Gastronomia são as atividades mais procuradas por turistas que se programam para ficar mais dias em São Paulo.
- Quarta-feira e sexta-feira são os dias da semana em que a maioria dos hóspedes deixa a cidade. - Lazer: participação cresceu 39% desde 2009 (de 9,0% para 12,5%).
- Saúde: participação cresceu 62% desde 2009 (de 2,1% para 3,4%).
- Gastos médios diários do segmento de saúde (R$ 623) são 54% maiores aos dos turistas que vêm à cidade por outros motivos (R$ 405).

Hostels - São Paulo possui 23 hostels.
- Ocupação média (1º sem/2011): 66,21%.
- Diária média 1º sem/2011): R$ 43
- Permanência média dos turistas de 3,4 noites e gasto médio neste período de R$ 573.
- 54,3% dos hóspedes são homens.
- 46,1% são estrangeiros, principalmente de países de cultura inglesa, como Inglaterra, Estados Unidos, Austrália, Irlanda e Canadá, e europeus em geral. Sul-americanos também se destacam.
- A maior motivação é o Lazer (36,2%), seguida de Eventos (21%) e Estudos (17,7%).

Fonte: http://www.jornaldeturismo.com.br/noticias/sp/41707-turismo-em-sao-paulo-tem-o-melhor-primeiro-semestre-da-historia.html

domingo, 14 de agosto de 2011

Observatório do Turismo da Cidade de São Paulo.


O Observatório de Turismo da Cidade de São Paulo® é o núcleo de estudos e pesquisas criado pela São Paulo Turismo (SPTuris) em 2008, subordinado à Diretoria de Ações Estratégicas e Comunicação, que tem como objetivo acompanhar a conjuntura e analisar periodicamente o turismo na cidade. Atualmente, é a principal fonte de referência de dados oficiais de turismo no município.


O Observatório de Turismo da Cidade de São Paulo® foi o vencedor da Premiação das Melhores Práticas dos 65 Destinos Indutores do Desenvolvimento Turístico Regional – Estudo de Competitividade 2010, pelo Ministério do Turismo, na dimensão Monitoramento.

Fonte: http://www.cidadedesaopaulo.com/sp/br/profissionaisturismo

sábado, 23 de julho de 2011

Hostels



Na mira dos mochileiros

Há cinco anos, os mochileiros que chegavam a São Paulo penavam para encontrar hospedagem. As opções eram poucas: havia apenas cinco hostels (acomodações de baixo custo). Ficavam no centro, em Pinheiros, nos Jardins e na Praça da Árvore. E era só.
Mas esse tipo de hospedagem - a preferida de quem viaja com dinheiro contado - cresceu: hoje já são 23 hostels na capital. Só neste ano cinco foram inaugurados. A Expedição Metrópole percorreu novos destinos de mochileiros na cidade - e verificou inédita especialização: há opções para quem busca tranquilidade, para baladeiros e até para quem quer mergulhar fundo na história da cidade.
A jornada de um mochileiro começa acelerada: os minutos são contados, é preciso descobrir logo como chegar ao destino escolhido. No hostel Gol Backpackers, nos Jardins, não deu tempo nem para o café da manhã para as estudantes colombianas Ana Maria e Carolina Giraldo, de 23 anos, que ficaram três dias em São Paulo.
Depois de passar um dia no parque - 'como é mesmo o nome? Iguarucuru?' -, elas terminariam a estada paulistana com visitas ao Museu da Língua Portuguesa e ao Mosteiro de São Bento, no centro. Tinham cinco horas até partirem para o Rio. A mesa estava posta, mas elas saíram de barriga vazia: cada uma pegou um litro de suco de maçã de caixinha e correu porta afora, com mochila nas costas e mapa na mão.
'É muito lugar para ver, temos de fechar o que planejamos', disse Carolina, antes de entrar no táxi. Em três dias, as mochileiras visitaram 11 pontos históricos da cidade, da Pinacoteca ao Edifício Itália. 'É um mar de edifícios fantástico, nunca havia visto igual. A cidade não acaba mais! Outro passeio que gostei foi caminhar pela Avenida Paulista à tardinha.'
Inaugurado em outubro, o Gol - em que cada quarto leva o nome de um time de futebol (o maior é o Corinthians) - já está sendo ampliado. São 26 leitos, os donos vão aumentar para 34. 'Esse boom de hostels é resposta à demanda que vai aumentar ainda mais por causa de grandes eventos, como a Copa', avaliou um dos proprietários, o geólogo Ralf Nicoliche. 'Na alta temporada, ficamos com 70% a 100% de lotação.'
Como bons mochileiros, os escoceses David e Rachel Gallagher, de 28 anos, acordaram cedo no Sampa Hostel, o primeiro criado na Vila Madalena, zona oeste. Era seu último dia em São Paulo e, com todos os destinos clássicos já percorridos - de Mercado Municipal a Edifício Altino Arantes -, o passeio do casal seria '100% cultural'. O local escolhido foi o Museu Afro Brasil, no Parque do Ibirapuera.
'O guia o apontava como local 'indispensável' para entender a história do País', disse Rachel, professora em Edimburgo. O casal encheu de perguntas o monitor do museu - sobre escravidão, racismo e influência africana na formação nacional. 'Não imaginava que o Brasil devesse tanto a essa mistura. Nem que a arte afro fosse tão variada.'
Após passar a manhã no museu, eles seguiram para o Planetário. À tarde, voltaram para o hostel, pegaram a mala e foram para Foz do Iguaçu (PR). 'Adoramos a cidade. Não nos sentimos inseguros como dizia o Lonely Planet (guia), achei as pessoas na rua amistosas', disse David. 'Nos perdemos no centro e recebemos ajuda de todos.'
Uma das donas do Sampa Hostel, a publicitária Deborah Cavalieri é também articuladora de uma nova organização na cidade: a Associação de Hostels de São Paulo, única do gênero, criada nesta semana com apoio da Prefeitura. 'Associados terão de seguir um padrão de qualidade para serem reconhecidos. Já temos ao menos 20 interessados.'
Ovos de codorna. Arroz, feijão, salada, purê de batata, carne - e 'umas bolinhas brancas que não conhecia'. O estudante português Cláudio Manuel Rocha, de 21 anos, nunca havia visto ovos de codorna. 'Comi tapioca, acarajé... Me surpreendi com tanta comida', disse, após almoçar no hostel Pauliceia.
Na hospedaria, inaugurada em 20 de junho em um casarão restaurado na Bela Vista, cada quarto homenageia um bairro: o Liberdade segue tema oriental, com luminárias japonesas e fotos de ruas do bairro; o Ibirapuera tem cômodas com cartões postais de atrações do parque; no Anhangabaú, as paredes são pintadas com imagens do vale; o Bexiga fica ao lado do solar com vista para o bairro e tem armário com imagens da Igreja de Nossa Senhora da Achiropita e do Castelinho da Rua Apa. 'É informação que enriquece a viagem', disse a dona, Beatriz Rocha. 'A proposta é integrar o viajante à cidade já a partir do quarto.'
Para mochileiros em férias, toda noite é noite de sábado. E a disposição para baladas diárias teve reflexo na composição das hospedarias. O Casa Club Hostel Bar foi inaugurado em 2008 'apenas' como bar. Meses depois, o casarão na Rua Mourato Coelho, na Vila Madalena, ganhou quartos e virou hostel. Decorado com luzes negras e balcão com seis tipos de cachaça, o bar é a primeira impressão do visitante.
A localização rodeada de bares é outro chamariz. 'Estava bem avaliado no Hostels of the World (que classifica os espaços) e vi que ficava no meio da Vila. Para quem procura festas, é maravilhoso', disse o comerciante francês Jeremie Zanna, de 27 anos.

Fonte: http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/na-rota-dos-mochileiros

terça-feira, 19 de julho de 2011

Salão do Turismo recebe 87 mil visitantes em quatro dias


O Salão do Turismo, de 13 a 17 de julho em São Paulo, recebeu 87 mil visitantes somente nos quatro primeiros dias de evento. O número representa um crescimento de 9% em relação ao mesmo período do ano passado. Os resultados parciais, apurados até sábado (16/7), foram divulgados pelo Ministério do Turismo, no Anhembi, em São Paulo, neste domingo (17), último dia do evento.

As lojas de artesanato das 27 unidades da Federação tiveram faturamento de R$ 484,6 mil sem contar as vendas de domingo. No Mercado da Agricultura Familiar, onde são comercializados alimentos e bebidas de todas as regiões brasileiras, as vendas somaram R$ 194,6 mil.

O espaço Talentos do Brasil Moda, com suas roupas e acessórios femininos, movimentou R$ 18,7 mil e as jóias produzidas com pedras, metais e outros materiais regionais renderam, no estande Jóias do Brasil, R$ 89,5 mil.

A Rodada de Negócios, encontro entre representantes dos destinos e empresários do setor, registrou expectativas de R$ 37,5 milhões em negócios para os próximos 12 meses. Esses números não incluem vendas na área de comercialização, onde estão instaladas as empresas do setor aéreo, agências e operadoras de turismo.

Todos resultados parciais foram fechados até sábado, ainda não foram contabilizados os dados do último dia.

Salão Virtual
De segunda-feira (11) a sábado o site do Salão do Turismo (www.salao.turismo.gov.br) contabilizou 120.745 acessos, 36% a mais que a última edição do evento (88.813 acessos). A página eletrônica registrou a participação de internautas de 68 países, todos os continentes do mundo. A capital paulista foi o município com o maior número de visitas (81.365). Em segundo lugar ficou a cidade de Osasco (4.204), seguido de Santo André (3.002).

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Turismo Doméstico

 

Cresce número de desembarques no país

Indicador é utilizado pelo Ministério do Turismo para avaliar o crescimento da atividade turística no país.

Brasília, DF – Os desembarques domésticos cresceram 20,39% nos cinco primeiros meses do ano, em comparação com o mesmo período de 2010. De janeiro a maio, a movimentação foi de 31,58 milhões passageiros, superando os 26,23 milhões registrados no ano passado.
Durante o mês de maio, os desembarques de voos nacionais regulares e não regulares chegaram a 6,37 milhões. A marca corresponde a uma variação positiva de 25,45% em relação ao mesmo período do ano passado, representando o melhor mês maio da série histórica, iniciada na década de 90.
“Diante desses resultados, é possível afirmar que chegaremos ao final de 2011 com mais de 74 milhões de desembarques nacionais”, disse o ministro do Turismo, Pedro Novais. São cinco milhões a mais em relação ao total registrado em 2010. 
Os desembarques nacionais e internacionais, apurados pela Infraero, são um dos indicadores utilizados pelo MTur para avaliar o crescimento da atividade turística no país.

Notícia postada no dia 28/06/2011
Fonte: http://www.turismo.gov.br/turismo/noticias/todas_noticias/20110628.html

 

domingo, 26 de junho de 2011

Turístas barrados em Amsterdam

Holanda proíbe acesso de turistas a coffee shops


Em um esforço para parar com o turismo para uso de drogas, o governo da Holanda decidiu nesta sexta-feira restringir o acesso aos tradicionais coffee shops e proibir a entrada de turistas para comprarem drogas, informa o site "BNO News".

Os coffee shops são estabelecimentos onde a venda de maconha e outras substâncias para uso pessoal é tolerada pelas autoridades holandesas. Como o consumo é proibido na maioria dos países, os locais passaram a atrair turistas do mundo todo a Amsterdã.

Segundo o governo holandês, a medida tem como objetivo reduzir pequenos crimes e o número de turistas interessados em usar drogas. A intenção é criar um sistema de membros associados dos coffee shops, que excluiria os turistas. A cidade de Amsterdã, que atrai a maioria dos turistas, é contra a decisão.

O novo sistema vai exigir que os frequentadores dos coffee shops sejam cidadãos holandeses e maiores de 18 anos. “O acordo afirma que a atual política de coffee shops de portas abertas deve ser interrompida e que a luta contra o crime organizado de drogas deve ser intensificado ", diz o comunicado do gabinete holandês.

Fonte: www.g1.globo.com

 

Hotéis de três a cinco estrelas serão obrigados a ter internet no quarto




Uma portaria publicada no "Diário Oficial da União" nesta terça-feira aponta os requisitos que cada estabelecimento hoteleiro deve ter para ser classificado entre uma e cinco estrelas.

Entre as exigências para hotéis entre três e cinco estrelas está a obrigatoriedade de fornecer acesso à internet no quarto. Além disso, os estabelecimentos entre três e cinco estrelas devem ter aparelhos de televisão em todas as unidades.

A portaria cria o Sistema Brasileiro de Classificação de Meios de Hospedagem (SBClass). Ricardo Moesch, diretor do Departamento de Estruturação, Articulação e Ordenamento do Ministério do Turismo, informou que o governo federal pretende classificar mais de 6 mil estabelecimentos hoteleiros até a Copa do Mundo de 2014.

A classificação em estrelas dos hotéis havia sido revogada no ano passado pelo governo federal. A nova classificação segue critérios internacionais e visa padronizar a rede hoteleira em razão da Copa e das Olimpíadas de 2016.

A portaria traz os requisitos para cada tipo de estabelecimento: hotel, resort, hotel-fazenda, cama e café, hotel histórico, pousada, flat-apart.

Para os hotéis cinco estrelas, os requisitos são mais de 190, sendo que cerca de 70% são obrigatórios, entre eles: estacionamento, água potável disponível no quarto (não necessariamente gratuita), TV por assinatura, roupão, chinelo, cardápio em português e mais dois idiomas, médico de urgência e no mínimo seis serviços adicionais no próprio hotel, como salão de beleza, babá, farmácia, loja de conveniência, locação de automóveis e agência de turismo.

Sauna, piscina e salão de jogos são opcionais em hotéis cinco estrelas, mas itens obrigatórios para os resorts, que só podem ser classificados entre quatro ou cinco estrelas.

Um resort cinco estrelas, por exemplo, precisa de piscina de três tamanhos e 1,5 m² de área de piscina por capacidade máxima de hóspedes. Os resorts são obrigados a oferecer centros de tratamento de beleza, quadra de tênis e ter oferta de três restaurantes ou mais.

Fonte: http://www.atribuna.com.br